Política
Ele não acredita em um novo pico da doença
O secretário estadual de saúde, Maurício Simões Corrêa, afirma que o maior desafio de sua gestão a partir de janeiro de 2023 será equilibrar os efeitos pós-pandemia do novo coronavírus.
Segundo o Campo Grande News, o novo secretário afirmou que não acredita que a covid-19 terá, novamente, um pico, mas sustentou que “devemos manter os cuidados constantes na sociedade”.
Simões disse que “a pandemia foi um divisor de águas para a saúde pública e privada. Eu não acredito mais que a pandemia terá um novo pico, capaz de fazer o que a gente viveu”, entretanto, sustentou que “o maior desafio é o efeito pós pandemia”.
Referente as ações reais à frente da SES (Secretaria de Estado de Saúde), o futuro secretário disse que não foi possível traçar metas até o momento. “Ainda não recebi o relatório de transição, então ainda não posso estabelecer as primeiras necessidades”.
Para Riedel, objetivos na saúde estadual a partir do ano que vem serão “melhorar os hospitais regionais, já que implantamos os Hospitais Regionais de Três Lagoas e Dourados, e o Maurício vem somar com sua experiência”.
Secretário
Maurício Simões Corrêa é médico neurocirurgião e ocupou diversos cargos diretivos na Unimed (Confederação Nacional das Cooperativas Médicas), tais como diretor financeiro e até diretor-presidente. Maurício é filho do engenheiro agrônomo Afonso Nogueira Simões Corrêa, falecido em 2016, que foi nomeado em 1975, pelo presidente Ernesto Geisel, para representar interesses da região sul do então Mato Grosso na comissão especial organizada para dividir o Estado. Seu pai também foi secretário de Desenvolvimento Econômico do governador Harry Amorim Costa.
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