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Luto

TJ lamenta falecimento do deputado estadual Amarildo Cruz

Deputado morreu nesta sexta, dia 17, aos 60 anos

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O Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul, em nome de seu presidente, Des. Sérgio Fernandes Martins, e dos demais componentes da Corte, lamenta profundamente a morte do deputado estadual Amarildo Cruz, ocorrida no início da tarde desta sexta-feira, dia 17 de março, aos 60 anos. Em homenagem ao parlamentar, será decretado luto oficial por três dias, a partir desta data.

“Perde a Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul e a população sul-mato-grossense um atuante e combativo parlamentar, engajado principalmente nas causas da igualdade racial, do meio ambiente e dos servidores públicos. Meus sentimentos a todos os familiares e amigos. Que Deus o acolha em paz”, lamentou o presidente do TJ, Des. Sérgio Fernandes Martins. 

Trajetória – Natural de Presidente Epitácio (SP), cidade próxima ao município de Bataguassu (MS) e localizada às margens do Rio Paraná, região em que passou sua infância, Amarildo Cruz mudou-se para Mato Grosso do Sul aos 18 anos, em 1981, quando foi aprovado em concurso público de Fiscal Tributário Estadual em Mato Grosso do Sul. Formou-se em Direito, cursou Ciências Contábeis, pós-graduou-se em Gestão Pública e especializou-se em Ciência do Direito. 

Filiado ao Partido dos Trabalhadores desde 1984, ocupou os cargos de presidente e tesoureiro no Diretório Estadual do Partido. Defensor das causas sociais, sempre trabalhou pelo fortalecimento  dos servidores e do serviço público. Foi um dos fundadores do Sindicato dos Agentes Tributários Estaduais de Mato Grosso do Sul, atual Sindifiscal/MS, onde foi secretário geral e presidente. 

Atuou como coordenador geral tributário e financeiro da Secretaria de Fazenda e foi superintendente da Central de Compras do Estado. Entre 2003 e 2006, foi presidente da Agência Estadual de Habitação - Agehab. 

Em 2006, afastou-se da Agehab para concorrer, pela segunda vez, às eleições no cargo de deputado estadual. Conquistou uma cadeira na Assembleia Legislativa com quase 18 mil votos. Em 2010, concorreu à reeleição, ficando como 2º suplente em sua coligação. Em 2012 assumiu a superintendência do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis em Mato Grosso do Sul (Ibama-MS). Já em 2013, retornou ao Parlamento Estadual e entre outras coisas integrou a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Saúde da Casa de Leis como presidente.

Em 2014, foi reeleito para o terceiro mandato com 20.585 votos. Em 2017, tomou posse como 2º secretário da Mesa Diretora da 10ª Legislatura da Assembleia Legislativa. Primeiro suplente do PT, em 1º de junho de 2021 assumiu novamente como deputado estadual, após falecimento do deputado estadual Cabo Almi em decorrência da Covid-19.
 

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